logo RCN
15/07/2026 20:19
polícia

Mulher presa por se passar por criança em SC também aplicou golpes no Paraná, conclui polícia

Ela foi indiciada por estelionato após a investigação ser reaberta, depois que integrantes de um grupo de oração a reconheceram quando foi presa em SC

A Polícia Civil do Paraná concluiu que Amanda Maria Souza de Oliveira, de 38 anos, também aplicou golpes no estado ao se passar por uma adolescente com câncer terminal para obter dinheiro de vítimas. Ela foi indiciada por estelionato após a investigação ser reaberta, depois que integrantes de um grupo de oração a reconheceram quando foi presa em Santa Catarina por fingir ser uma menina de 12 anos.

Segundo a investigação, em 2021 Amanda usava o nome falso de "Emily" e dizia ter 13 anos e estar em fase terminal de câncer. Durante cerca de dez meses, ela conquistou a confiança das vítimas com relatos de doenças, abandono e perdas familiares, até começar a pedir ajuda financeira.

O caso havia sido registrado em 2022, mas a autoria não foi identificada na época. Com a prisão da suspeita em Santa Catarina, as vítimas realizaram o reconhecimento, o que permitiu o avanço das investigações. Em depoimento, Amanda negou as acusações.

Segundo as vítimas, Amanda Maria Souza de Oliveira passou cerca de dez meses enganando um grupo de oração ao se apresentar como uma adolescente de 13 anos com câncer em estágio terminal. Ela conquistou a confiança dos participantes com relatos de doença e perdas familiares, criou fortes vínculos afetivos e, posteriormente, passou a pedir dinheiro. O caso foi registrado em 2022, mas só avançou após a prisão da suspeita em Santa Catarina. As vítimas relatam prejuízos emocionais e afirmam que ela manipulou toda a família durante o golpe.

Entenda o caso em Santa Catarina:
Amanda foi presa em Joenville, no norte catarinense, depois de ter sido denunciada por surgimentos de inconsistências sobre sua identidade. A partir disso, a família que a tinha como filha procurou a polícia, que iniciou as investigações e concluiu que a documentação e as informações fornecidas pela suspeita eram falsas.

A prisão ocorreu no distrito de Pirabeiraba e foi realizada por agentes da 6ª Delegacia de Polícia de Joinville. Segundo as investigações divulgadas até o momento, a mulher utilizava o nome “Gabriele” e teria criado uma história para justificar sua presença na comunidade.

Os investigadores apuram ainda quais vantagens materiais ela teria obtido durante o período em que permaneceu com as vítimas. Entre os benefícios estão moradia, alimentação, assistência cotidiana e outros auxílios fornecidos pela família.

Segundo a polícia, a mulher confessou os fatos durante o interrogatório. Após a prisão, ela foi encaminhada ao Presídio Regional de Joinville, onde permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação para apurar a extensão dos prejuízos causados e verificar a existência de outras possíveis vítimas.
Fonte: Oeste+

Ex-secretário da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Empresarial de Treze Tílias é o novo consultor regional da FACISC na região Meio-Oeste Anterior

Ex-secretário da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Empresarial de Treze Tílias é o novo consultor regional da FACISC na região Meio-Oeste

Defesa Civil de Joaçaba reúne escolas particulares para implantação do Plancon Edu-Mutirriscos Próximo

Defesa Civil de Joaçaba reúne escolas particulares para implantação do Plancon Edu-Mutirriscos

Deixe seu comentário